11111 Novidades - Social Ex - Pesquisa, Consumo e Mercado

COMUNICADO IMPORTANTE – SOCIALEX.XYZ

Alertamos a todos os nossos clientes que estão circulando links nas redes sociais em nome da SOCIALEX.XYZ prometendo valores para teste de aplicativos e resposta em pesquisas.

Informamos que a SocialEx Pesquisa, Consumo e Mercado, sediada em Brasília – DF, não têm nenhuma relação com esse site e não se responsabiliza por cadastros efetuados em plataformas que não sejam do domínio socialex.com.br.

Somos uma empresa comprometida com a qualidade das informações coletadas e buscamos oferecer soluções que visem resultados positivos para nossos clientes e por isso é importante se prevenir para possíveis golpes e uso indevido dos seus dados.

Ressaltamos ainda que, quaisquer informações pertinentes à SocialEx Pesquisa, Consumo e Mercado, são direcionadas por e-mail e originárias apenas do nosso domínio @socialex.com.br e todos os canais estão sempre abertos para dúvidas e sugestões.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelos telefones (61) 99237-7776 ou pelos e-mails contato@socialex.com.br / rodrigo@socialex.com.br.

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Flourish

Gráficos animados com Flourish

Pesquisas são fotografias e o Flourish deixa tudo muito mais animado

Sabe aqueles gráficos animados que aparecem nos portais jornalísticos, imagine criá-los para suas apresentações acadêmicas e reuniões do trabalho.

O Flourish é uma das principais ferramentas para visualização de gráficos. Sua plataforma é intuitiva e permite que o usuário crie gráficos interativos em poucos cliques.

Basta selecionar e organizar uma base em Excel e deixar o programa fazer o resto. Com muitas opções de personalização, assuntos sérios e dados criativos ganham vida nas mais diversas visualizações e o resultado é ótimo.

Nossa equipe fez alguns testes

Usar a criatividade é importante, a plataforma oferece os tradicionais gráficos por barras e mais de 100 templates com mapas interativos, visualização de cadeiras em parlamentos e corridas olímpicas.

O site possui planos pagos e gratuitos, sem limite de uso na conta gratuita e a possibilidade de emblemar em seu site ou baixar em formato de vídeo utilizando gravação de tela, na versão paga o usuário terá privacidade nos dados, suporte e multiusuários.

Canais de youtube e perfis de tiktok entraram na brincadeira e publicam conteúdos utilizando gráficos do Flourish, criamos um perfil no TikTok para compartilhar dados do BBB21 e até a publicação desse artigo foram visualizados por mais de 5 milhões de pessoas com 400 mil curtidas.

Qua tal? Vamos deixar suas apresentações mais divertidas? https://flourish.studio/

Para empresas que desejam ocupar um lugar estável no mercado, uma boa pesquisa vai bem além de satisfazer a curiosidade.

Social Ex é objetiva ao alimentar empresas com informações valiosas, indicando oportunidades e os melhores caminhos a seguir.

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Cruella Havaianas

Por que Cruella é um sucesso de Co-Branding?

Cruella nos permite uma interessante viagem ao universo do lançamento de marcas inovadoras, disruptivas e vem gerando interesse do mercado em Co-Branding.
Filme Cruella 2021
O filme Cruella, lançado em junho (2021) pela Disney é uma produção extremamente conectada à moda, afinal a personagem Estella, que mais tarde torna-se a famosa  Cruella Devil, mostra-se uma jovem estilista de vanguarda, criativa e rebelde.

O entretenimento nos traz oportunidade de analisar o mundo dos negócios e a mercadologia de forma atraente e conectada. Muitas vezes podem ser diferentes daquilo que vivemos na rotina empreendedora brasileira, hoje falaremos de Co-Branding.

A personagem, acaba por construir uma marca forte, com designs ousados, arrojados, com uma pegada punk rock, causando enorme impacto social. Com suas aparições surpreendentes e fica famosa rapidamente em uma época onde nem havia redes sociais.

A construção da marca Cruella Devil é um aspecto bastante interessante da obra, uma vez que, como muitos empreendedores, a personagem não tem dinheiro para investimento na divulgação de suas criações, utilizando-se de estratégias de alto impacto social, usando da criatividade e muita ousadia.

Co-Branding na prática

Algumas das ações com baixo custo, criadas para lançamento dos seus designs de moda, são:  vitrines manifesto, show de rock com desfile no meio da rua, chegada impactante em eventos e até apresentação de looks em caminhões de lixo.

Mesmo a Cruella, sendo uma das vilãs mais conhecidas do cinema, ela vem angariando o interesse de muitas marcas. Todas querem conectar-se com os valores trabalhados pela personagem do filme. A marca MAC e Havaianas são dois exemplos de Collab com Disney-Cruella.

Cruella Havaianas
Reprodução – Instagram

A marca Havaianas criou um conceito “metade livre, a outra também” para  lançar sua nova coleção, co-branding com a Disney, montou um grande evento de lançamento dos novos modelos, usando uma vitrine da sua loja conceito, na badalada rua Oscar Freire, na Capital Paulista, trazendo uma ambientação com cenário de Londres dos anos 1970, assim como o do filme. 

Outra marca que entrou rapidamente nessa onda, foi a MAC. A marca traz essa pegada descolada, cool e jovem e criou uma linha especial conectada com a famosa vilã: A COLEÇÃO DISNEY CRUELLA POR M·A·C. 

Mac Cruella
Reprodução – The Future of the Force

Tanto as brasileiríssimas Havainas como a  badalada MAC, em sua estratégias, usaram o que chamamos de CO-BRANDING, uma parceria entre duas ou mais marcas diferentes de produtos ou serviços que se unem em uma ação conjunta ou para promover um único produto e serviço.

Esta união de marca é uma grande tendência , pois consegue trazer valor às marcas envolvidas e ampliar ainda mais os mercados.

A Social Ex oferece soluções para que sua empresa conheça o poder da sua marca, conheça nossos serviços.

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Você está pronta para o Marketing 5.0?

Marketing é muito mais do que divulgação, o intuito não são as vendas simplesmente. Então o que é marketing?

Segundo Peter Drucker o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, ou seja, a empresa conhece tão bem o cliente, suas necessidades e desejos, que os produtos ou serviços vendem por si só, sem grandes esforços ou argumentos de venda. Acha difícil isso? E aquele refrigerante cola da última refeição, alguém precisou te convencer ou justificar os benefícios que teria com a compra?

Contudo, o marketing não foi sempre como o vemos hoje. Com as mudanças sociais, culturais e econômicas, ele precisou se reinventar e assim se adaptar às transformações do comportamento do consumidor, como veremos a seguir.

Do 1.0 ao 5.0

No início, eram poucos produtores/fabricantes e muitos consumidores. Dessa forma, no marketing 1.0 os compradores não tinham opções de escolha, eles compravam o que era oferecido. Assim, o foco dos empresários era o produto, isto é, produzir a maior quantidade possível, com baixo custo, para uma comercialização rápida. Não havia outro tipo de preocupação, com o cliente, a satisfação, etc. A frase de Henry Ford ilustra bem o marketing 1.0: “O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto”. Os primeiros carros Ford eram oferecidos apenas nessa cor. O motivo era que a tinta preta era mais barata, secava mais rápido e os carros poderiam ser montados mais rapidamente.

Henry Ford com o Ford T

Foco no cliente

Com o aumento da concorrência, o consumidor começa a ter mais opções de fornecedores. Começa a realizar pesquisas e consequentemente fica mais bem informado, ganhando poder de barganha no processo de compra. Os empresários precisaram se adaptar a esse novo cenário e começaram a focar suas preocupações nas necessidades e desejos do consumidor. É nesse momento que o “comprador” passa a ser “cliente”, ou seja, os empreendedores notaram a importância em se criar um relacionamento em longo prazo com os indivíduos que adquiriam seus produtos ou serviços e assim buscar a fidelização. Assim, no marketing 2.0 o foco é no cliente.

Valores

Na próxima fase, o consumidor, além de opções de escolha, começa a ter preocupações sociais e ambientais. Apesar de ser cosmopolita, ele se incomoda com as mazelas e dificuldades das comunidades locais. Sustentabilidade é a palavra da vez. Dessa forma, as marcas começam a ter uma abordagem mais humanizada, o cliente é visto como um ser humano completo e não somente como consumidor. E esse ser humano está disposto a vivenciar experiências e não apenas consumir um produto ou serviço. Se assim não fosse, por que vamos àquela cafeteria bacana tomar um cafezinho com os amigos se poderíamos tomar um bom café na padaria da esquina com um preço bem mais camarada? No marketing 3.0 o foco é em valores.

Em 2018, a Natura conquistou o selo “The Leaping Bunny”, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes de seus produtos ou matérias primas em animais. Ela foi a primeira empresa brasileira a garantir a certificação.

Engajando clientes

Com o aparecimento das mídias sociais, da popularização dos smartphones, as pessoas começaram a ficar conectadas 24 horas por dia, chegamos assim ao marketing 4.0

O consumidor atual está na sua loja física, pesquisando pelo celular o produto que está experimentando. Para ele não há diferença entre os mundos on e off-line, por isso, não é suficiente as marcas oferecerem apenas vários canais de venda (loja física, internet, aplicativos…), elas devem oferecer a mesma experiência de compra, independente do canal que o cliente escolher para adquirir o produto/serviço. Essa tendência denomina-se omnichannel. O cliente já não aceita chegar em uma loja física e encontrar precificação diferenciada de outro canal de venda. Ele quer comprar um produto no aplicativo e buscá-lo na loja física, por exemplo.

Esse é o consumidor mais exigente, pois ele tem acesso a marcas do mundo todo, em tempo real, na tela do seu celular. A boa notícia é: se você o conquistar, não terá apenas um cliente, terá um defensor da sua marca. Ele não te indica para os contatos simplesmente, ele te defende, mesmo não tendo adquirido seu produto/serviço na última compra. Assim, o envolvimento com a marca é emocional, a fidelização cede seu lugar para a lealdade. O foco, no marketing 4.0, é engajar os clientes.

Campanha do BK em 2020 incentivou que jogadores do FIFA 20 jogassem com time Stevenage da 3º divisão do futebol inglês. Os jogadores que completassem desafios e enviassem as imagens para o Twitter recebiam prêmios.

A pandemia do Covid-19 nos obrigou ao distanciamento social, fortalecendo mais ainda o ambiente digital. Esse cenário acelerou as mudanças iniciadas pela popularização da internet, o que fez o marketing evoluir mais uma vez. Os empreendimentos precisaram se adaptar a uma nova realidade – e fazer isso muito rapidamente. Quem não remodelou seu negócio, enfrentou grandes dificuldades para sobreviver.

Ready to Change (Pronto para Mudar)

Em resposta a esse novo cenário, em janeiro de 2021, Philip Kotler, juntamente com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, lançou o livro Marketing 5.0 – Technology for Humanity, ainda sem tradução para o português. Nele os autores afirmam que a inteligência humana e artificial devem se unir para enriquecer a experiência do usuário e não somente no relacionamento com os clientes, conforme o conceito anterior. Devido à pandemia, o marketing passa a caminhar lado a lado com a inovação, ideia denominada por Kotler de Ready to Change (Pronto para Mudar).

Logo o marketing 5.0 é a sinergia do ser humano e a tecnologia. Por um lado, a máquina processa dados, coleta informações e realiza a gestão de conteúdo. Além de buscar padrões, utilizar a lógica por algoritmos e otimizar tarefas repetitivas e programáveis. Por outro lado, o ser humano elimina ruídos, busca insights, desenvolve conhecimento, provoca a divergência de pensamento para achar soluções fora da caixa. Dessa forma, segundo os autores, o marketing 5.0 é baseado em dados, preditivo, contextual, aumentado e ágil.

Que venha o marketing 6.0!

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Poparazzi, a rede social perfeita pro pós pandemia

A diferença aqui é simples: Está proibido selfies! Usuários tiram fotos dos amigos e marcam a @. Em outras palavras, essas são as fotos que aparecem no feed. Para se ter uma ideia, o aplicativo nem conta com câmera frontal, estimulando o uso mais antigo da câmera, aqui o mais importante são as pessoas e não você.

Lançado nos Estados Unidos em 24/05/2021, o Poparazzi estreou em # 1 nas paradas da App Store, pipocando em sites especializados e na mídia americana.

A descrição do Poparazzi convida o usuário ao caos fotográfico

“É uma nova rede de compartilhamento de fotos onde seus amigos são seus paparazzi e você é deles. O perfil no Poparazzi é criado por seus amigos quando eles tiram fotos de você. Por outro lado, você cria os perfis dos seus amigos ao tirar fotos deles” 

Algumas ferramentas(ou a falta delas) chamam atenção:

Notificações engraçadas ao clicar os seus amigos, sem contagem de seguidores, sem edição de fotos e sem filtros, será a volta da vida real na internet?

Mesmo sendo uma realidade distante no Brasil, o Poparazzi pode ser a primeira novidade tecnológica para estimular o reencontro das pessoas, motivando click de momentos felizes, marcando todo mundo em nossa nova vida após o #FiqueEmCasa.

Brasileiros são conhecidos como pragas dominadoras de redes sociais e fazem com que o ambiente se molde ao modus operandi do HUE BR. Portanto, como será que o mercado brasileiro vai tratar essa nova rede social? Fotos constrangedoras, momentos impróprios ou até mesmo a reprodução do comportamento negativo dos Paparazzi? 

Em conclusão é muito cedo para pensar em monetização, mas fiquemos de olho na forma que a TTYL Inc irá tirar proveito do repentino sucesso. O recurso não é novo no Instagram, mas não teve grandes usos até o momento.

No Brasil o aplicativo já está disponível na App Store e em breve na Google Play

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O poder feminino de The Bold Type

The Bold Type, seriado da Netflix, mostra tendências de mercado que podem impactar no seu negócio.

Profissionais que trabalham com gestão de negócios precisam estar conectados com as tendências, para ter a capacidade de acompanhar a evolução do mercado e do comportamento do consumidor. Assim, conseguimos inovar, adaptar-nos às mudanças que influenciam o hábito de compra dos clientes e ter insights sobre novos produtos e serviços que sejam propostas conectadas com os desejos do público.

Algumas produções culturais trazem, além do entretenimento, as tendências que representam o espírito do tempo, chamada Zeitgeist. Isso significa que mantermos antenados ao mundo nos traz a possibilidade de conhecermos o que é tendência e assim termos novas ideias para o nosso ambiente empresarial.

Tanto filmes, músicas, seriados, peças de teatro, podcasts podem ser reflexos deste espírito do tempo. Geralmente os criativos e artistas de vanguarda captam ou até criam essas tendências primeiro, e através de suas obras, acabam por propagar as tendências para o público em geral.

O seriado estadunidense The Bold Type (2017) mostra uma série de tendências de comportamento e consumo. A divertida série, extremamente contemporânea, mostra a forte amizade entre três jovens mulheres que trabalham juntas em uma revista de moda em Nova Iorque, a Scarlet Magazine.

A produção é muito interessante se observada pelo olhar da comunicação e do marketing. Em muitos episódios, retrata a necessidade de uma tradicional revista impressa, adaptar-se aos novos tempos e conversar com seus leitores também de maneira digital. Essa é uma grande tendência atual em todas as áreas do mercado, na série, criou-se  não apenas uma revista eletrônica na web, mas também investiu-se na interação com as leitoras  nas redes sociais (Twitter, Instagram , Snapchat, etc.) em tempo real.

Em uma passagem na terceira temporada, há um diálogo importante, dizendo que a Scarlet forma tendências e ao departamento digital  não basta apenas segui-las, mas sim liderar, mostrar e criar novas tendências. A revista busca então criar plataformas de conteúdo alinhado com os valores da marca, usando o ambiente digital para vender o estilo de vida Scarlet.

A diretora de mídias sociais está permanentemente em busca de conteúdos que sejam relevantes ao público-alvo da revista e que sejam capazes de gerar fortes debates. Muitas vezes os assuntos abordados são bastante polêmicos com intenção de gerar grande engajamento ou seja, muitos comentários, curtidas e compartilhamentos.

Embora a criação de conteúdos controversos seja uma estratégia de comunicação arriscada na vida real, na série sempre garante bons resultados. Até porque a gestão da empresa traz muito apoio aos criadores de conteúdo,  e trabalha valores bastante contemporâneos, tais quais: empoderamento feminino representatividade, combate a violência doméstica, respeito às diferenças e apoio a causas sociais. ´

Baseado nas crenças e valores da Scarlet, cada episódio traz a discussão sobre tendências que têm o poder de impactar nos negócios e no consumo de todo mundo .

É preponderante que estejamos atentos a estes trends para conseguirmos adaptar os nossos negócios aos novos cenários que virão por aí: gêneros fluídos e a moda agênero (roupas e acessórios sem gênero definido), foco no natural, representado pelos coletores menstruais, engajamento político e sexualidade da geração Z.

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Influências que interferem na tomada de decisão

A cantora Jojo Todynho (@jojotodynho) postou ontem(24/05) em seu Instagram que tornou-se garota propaganda do La Belle Parfum da marca francesa Jean Paul Gaultier.  

A imagem a mostra nua, segurando o perfume com uma bonita direção de arte.  #paracegoler

Essa campanha trabalha uma grande tendência, a representatividade. Esse comportamento de auto aceitação e a busca do empoderamento feminino, vem mudando a forma como os consumidores vêm criando maior vínculo com marcas que lhes oferecem alternativas de produtos mais próximos à sua realidade. 

É claro que esta estratégia não é nova, lembra-se da Dove mostrando em sua publicidade mulheres reais?

Mas o que chama atenção é como isso tem sido levado a sério pelas “garotas cariocas” como a Jojo e Anitta. Ambas vem reforçando a cultura do Rio e as mulheres reais brasileiras.  Neste mês(Maio 2021) Anitta lançou com uma grande campanha, seu novo clipe Girl from Rio, mostrando ao mundo a realidade do subúrbio do Rio de Janeiro e como são as pessoas que por lá vivem.  
Nos estudos do comportamento do consumidor e das influências que interferem na tomada de decisão de compra, as influências como cultura e autoconceito podem gerar maior interesse de uma pessoa com uma marca que fale sua língua. Imagens que apresentam o eu ideal de uma forma mais próxima a realidade pode trazer mais engajamento e aumentar as vendas.

E você? Qual marca te representa? 

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Você vende produtos ou experiências?

Em época de pandemia e distanciamento social, promover experiências aos clientes tornou o desafio um pouco maior, mas não impossível. Se seu consumidor não está indo a sua loja física, como proporcionar experiência?

A grande busca dos empreendedores atualmente é oferecer uma experiência única, positiva e memorável ao seu cliente. Por quê? Porque hoje os consumidores não buscam apenas produtos ou serviços, e sim benefícios ou soluções para suas dificuldades. Antigamente, os produtos eram a base da diferenciação, hoje não mais. Atendimento, layout de loja, possibilidade de experimentação no ponto de venda (PDV), entre outros podem agregar valor ao seu negócio e sair na frente dos seus concorrentes. 

Brad Rencher, vice-presidente executivo da Adobe, afirmou que todos os negócios nos dias atuais precisam ter como base a criação de experiências para os usuários. E defendeu que todos os empreendimentos podem fazer isso, desde a pequena empresa até as grandes corporações. As micro e pequenas empresas têm uma vantagem competitiva, pois diferente dos empreendimentos maiores, o pequeno empresário conhece tão bem seu cliente, que o chama pelo nome. Logo, sabendo das preferências e rejeições do seu segmento, fica muito mais fácil direcionar as ações e torná-las verdadeiramente eficazes. Rencher ainda ressaltou a importância de melhorar cada vez mais essa experiência, ou seja, é preciso estar atento ao mercado, buscando sempre inovar com foco no consumidor. 

E o que o negócio ganha com isso? Segundo uma pesquisa realizada pela Adobe, as empresas líderes em criação de experiência, independentemente do ramo de atividade, têm uma percepção de marca 1,6 vez maior, têm 1,7 vez mais a retenção de novos clientes, e o crescimento da receita é 36% mais rápido, além de reportarem também em maior satisfação dos clientes.

Como diriam nossos avós, se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé… Redes sociais com um toque de afeto, um delivery caprichado, quem sabe até temático, podem ser um bom inicio de inovações a serem implementadas. Ou você vai continuar “vendendo produto”?

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Você considera o empreendedorismo Sexy?

O seriado Sex Fy (2021), série polonesa da Netflix, levanta essa questão.

Esta produção passa por alguns conceitos importantes quando pensamos em empreendedorismo, como a questão da miopia em marketing,  já debatida por Theodore Levitt lá nos anos 1960. Nesta ótica míope, o “empreendedor” tem foco apenas no seu produto, sem focar no desejo consumidor . Sem se questionar se haverá interesse no produto por parte do público. Mais ou menos como a personagem faz, criando um app para fazer com que as pessoas durmam menos e sejam produtivas. Se trouxermos esse conceito para os dias atuais, devemos pensar que os produtos, serviços e apps devem ser sexys e atraentes para vender?

Quando o professor pede a criação de um produto “sexy” ele não fala diretamente no aspecto carnal, mas sim, atraente e apaixonante. Capaz de gerar engajamento, conexão e interesse dos milleniuns.

Outra característica importante é a possibilidade de acompanhar a jornada do consumidor, para criar produtos mais conectados com ele. Toda a criação do produto foi feita com base na jornada sexual feminina em busca de seu prazer. 

A série, além desses pontos voltados a criação de um serviço digital, mostra também outras temáticas interessantes, como a descrença do patriarcado no empreendedorismo feminino e na pouquíssima importância do prazer feminino para a sociedade.

No seriado, um trio de universitárias precisa criar um aplicativo como trabalho final da faculdade. Esse app pode lhes garantir não apenas o diploma, a liderança em uma competição de tecnologia com premiações nacionais e investimentos em sua Startup.

A atriz principal, primeiramente inicia o projeto de um app que é capaz de otimizar o sono. E no decorrer de sua pesquisa surge um professor, que lhe provoca, dizendo que este tema não é “sexy”, ou seja, que não gera interesse do público. E pede a estudante que crie um app que tenha apelo popular. A primeira temporada, que está disponível, mostra o esforço da aluna e suas amigas em encontrar um tema interessante e atraente para seguir o projeto.

Para tanto, assim como em qualquer projeto de desenvolvimento de produto, é necessário uma profunda pesquisa. Neste levantamento, as estudantes  percebem que  a maior motivação das pessoas é o sexo. E assim resolvem criar um app que otimiza o orgasmo feminino, por meio de um algoritmo.

Embora o seriado tenha uma narrativa um pouco lenta, bastante característica de produções europeias, vale a pena assistir para discussão de temas contemporâneos e de alguns tabus. É um entretenimento leve e bacana para passar o tempo.

E na sua opinião, vale a pena assistir Sex FY?

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Censo: gasto ou investimento?

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística realiza a cada 10 anos o Censo Demográfico, com o objetivo de retratar a população nacional com suas especificidades regionais e locais, ou seja, entender onde e como o brasileiro vive. Devido a pandemia o estudo foi adiado de 2020 para 2021. Contudo, o governo federal anunciou que não haverá orçamento para o censo esse ano. 

Obter tais dados é imprescindível para que o investimento em políticas públicas seja reflexo das reais necessidades da população. Sem os dados do censo, a tomada de decisão do gestor público será cada vez mais subjetiva ou política. 

A iniciativa privada também perde muito. Pesquisas de mercado realizadas por meio de dados secundários de fontes oficiais são inviáveis. 

O ministro Marco Aurélio de Mello, do Superior Tribunal Federal (STF) determinou que sejam adotadas as medidas necessárias para a realização do Censo Demográfico. Ainda cabe recurso contra a decisão.

E você, acredita que o censo é um gasto que deve ser cortado do orçamento ou uma despesa essencial para futuros investimentos?

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